sábado, 7 de novembro de 2015

To.B

Volta e meio lá me dá aquela vontade voraz de comer um suculento hambúrguer, passado no ponto, com ingredientes frescos, que nos enche a alma e conforta a gula. Não sendo adepta de fast food e cadeias americanas, procuro sempre sítios onde possa comer um hambúrguer de genuína carne de vaca e onde o "fast" não tenha lugar.

Num passeio pela zona do Chiado encontrei por acaso o To.B. Numa esquina da Rua Capelo, junto ao largo de São Carlos, encontra-se a Hamburgueria To.B, onde o trocadilho "To burguer or not to burguer" é lema da casa.
Este espaço, muito bem conseguido, tem uma decoração moderna, clean e funcional: madeiras em harmonia com ferro e pedra numa mescla harmoniosa de materiais, cadeiras em vários tons, conferindo um toque divertido à sala, ventiladores industriais no tecto, candeeiros pendurados sobre as mesa, com um design muito simples mas original. O espaço tem também uma agradável esplanada que dá mesmo vontade, quando o tempo permite.
Uma particularidade que logo distingue este espaço de outras hamburguerias é o facto de haver a possibilidade de escolher o tamanho do hambúrguer: 100gr ou 160gr. Também as batatas são de escolha múltipla: fritas de forma convencional, rusticas com casca ou chips com molho de alho e ervas. Uma escolha possível de dip, e que não se encontra com facilidade (a não ser em restaurantes mexicanos), é o molho guacamole. Ainda que aqui a estrela seja o hambúrguer, fazem parte da lista opções de salada e tostas. No que toca ás sobremesas a estrela (dizem ser) o crumble de maçã. Não provei porque o apetite assim o ditou, mas fica para uma próxima com toda a certeza.

Então, To burguer or not to burguer?









quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Las Ficheras

Ora cá estou eu de novo, depois de muito tempo, para palpitar sobre outro cantinho lisboeta. Desta vez voltei a render-me aos sabores do México.

No renovado Cais do Sodré, situa-se o restaurante Las Ficheras, cujo nome não poderia estar mais adequado à fama que a zona teve durante muitos e muitos anos.
O que de imediato chama a atenção de qualquer um que por ali passe é a decoração; mesas à entrada cujos apoios são insinuantes pernas femininas com meias de ligas, máscaras de wrestling mexicano, candeeiros que são cabaças, cores garridas e muito alegres a contrastar com a média luz que ilumina o espaço... Tudo numa tentativa, bem conseguida, de conjugar o feeling mexicano com o boemista do Cais.
A carta, com alguma variedade de pratos, vai dos famosos tacos aos pratos mais elaborados, passando pelas fajitas e enchiladas. Do salgado ao doce, passando pelo, muito mexicano, picante, a escolha fica ao critério do paladar de cada um. Como não poderia deixar de ser, fazem parte do menu as peligrosas margaritas, mas também é possível pedir coktails não alcoólicos. Eu escolhi um mojito sem álcool que estava de bradar aos céus! Mas o que realmente marcou a refeição foi a mousse de maracujá com tequila que elegi para terminar a refeição... numa palavra: Huuuuuummmm!
O staff sempre simpático e disponível, compõe ainda mais o ramalhete.

Portanto, numa próxima noitada pelo Cais do Sodré, experimentem este cantinho cheio de salero.











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domingo, 22 de março de 2015

Restaurante do Museu Nacional de Arte Antiga

Lisboa é uma cidade com uma vastidão de espaços com vistas privilegiadas sobre o rio Tejo e onde apetece estar horas a fio a aproveitar o sol com que somos presenteados.
Hoje escrevo sobre um cantinho lisboeta que me conquistou essencialmente pelo espaço exterior e a bela da vista rio.

No Museu Nacional de Arte Antiga existe um restaurante/cafetaria, ao estilo self-service, com uma variedade diária de pratos típicos portugueses, saborosos e a preços acessíveis. O espaço interior é bastante característico com paredes em pedra, quase "a bruto", e mobiliário em madeira escura.
Mas, como referido, o encanto daquele espaço está no jardim. O Museu está instalado, desde a sua fundação, no palácio mandado construir, em finais do século XVII. O jardim, mantendo-se o mais próximo do original quanto possível, dispõe de uma vasta área verde, com uma grande esplanada e cheio de recantos e banquinhos onde se pode passear, relaxar, ler ou apenas contemplar a desafogada vista num dia de sol.

O acesso ao restaurante e ao jardim é livre, mas podes sempre aproveitar para visitar as exposições que o museu exibe constantemente e fazeres um update à cultura.














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quarta-feira, 4 de março de 2015

Flôr de Lis by Epic Sana

Lisboa está repleta de sítios onde podemos tomar um pequeno almoço diferente e onde a qualidade, a abundância e o requinte se reúnem em plena harmonia. É certo que em alguns locais o preço não permite que isto seja uma prática recorrente, mas uma vez não são vezes, e uma vez por outra sabe bem um mimo assim.

A fazer jus a essa harmonia, o pequeno-almoço do restaurante Flôr de Lis é, sem dúvida, um dos mais requintados da cidade. Apesar de se tratar do restaurante do hotel Epic Sana, recebe também clientes que não estejam hospedados.
A primeira coisa que "enche a vista" é o ambiente do espaço. Muito clean e sóbrio, onde os pretos, os brancos e os dourados predominam, e a música ambiente ao estilo chill out proporciona uma sensação de bem estar imediata. Dispõe de duas grandes salas e um espaço intermédio onde se encontra o buffet. Ali nada falta... a começar pela qualidade. Vários tipos de pastelarias, doces, pães, iogurtes, sumos, cereais, frutas, ovos, carnes e uma quantidade inesgotável de opções, deliciosas e de qualidade inquestionável. Na minha opinião e experiência pessoal, a estrela do pequeno-almoço foram os ovos benedict. Sempre ouvi falar mas nunca tinha experimentado, e tive a sorte de ter uma primeira prova de topo. Que festa para o paladar! O ovo cozinhado no ponto, o molho holandês de uma cremosidade espantosa, servido sobre espinafres salteados, uma fatia de fiambre e como base um pão crocante... Divina perfeição! Outra particularidade é a presença dum empregado na sala apenas para confeccionar crepes ao momento.
A completar esta experiência, dou nota máxima ao staff. Extremamente atencioso e disponível, faz qualquer pessoa que ali entre sentir-se vip por algumas horas.
Este pequeno-almoço está disponível entre as 7.00 e as 11.00, e durante ao fim de semana dispõe de brunch até ás 16.00, que não sendo buffet, é servido directamente na mesa.

Por isso, se tens vontade de fugir à rotina e cometer uma pequena extravagância não hesites em visitar este requintado espaço.










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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Strudel

Bem se sabe que após a época festiva fazem-se promessas de dietas, mais exercício, mudanças de hábitos alimentares, etc... Mas quem resiste a uma montra recheada de doces tentações? E se o espaço é convidativo e o cheirinho irresistível? Assim fui atraída a conhecer o Strudel.

Na Avenida Miguel Bombarda encontramos este espaço que, mesmo sem olhar para dentro, convida a parar e ver o menu, graças à simpática esplanada que se encontra provida de mantinhas vermelhas para ajudar a fazer face ao frio.
No Strudel encontramos todas aquelas delícias que só de falar faz crescer água na boca: croissants variados (eleitos pela revista Sábado como os melhores de Lisboa), scones com doce e manteiga, tartes e bolos à fatia para todos os gostos, pão de deus, pasteis de nata, crepes, bolas de berlim tradicionais ou de chocolate e, claro, strudel de maçã, entre outros sabores. Também a padaria é muito variada e tudo é homemade. A variedade de bebidas também  é vasta; desde o simples café ao cappuccino, passando pelos sumos naturais, nada falta para uma refeição saciante. Para aqueles dias mais preguiçosos, o brunch do Strudel é uma excelente opção, bem composto e onde nada falta. Existem vários tipos, mas eu escolhi o mais leve, composto por pão variado, bolo, compota, manteiga, fiambre, sumo ou cappuccino e taça de iogurte com fruta.
Mas como não só de doçaria vive o Strudel, também existem menus de almoço constituído por sopa, prato do dia e sobremesa que vão sempre variando durante a semana.

Eu já sou cliente, e vocês?









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