Até à data era uma fã "mais ou menos" de sushi. Comia porque volta e meia alguém convencia-me, porque até nem era mau de todo, porque queria aprender a gostar e porque a comida japonesa não é só sushi e sashimi e acabava por comer mais de outras coisas do que daqueles coloridos rolinhos. Mas, depois desta visita, passei a ser fã incondicional de sushi! Pelo menos do sushi do Umai.
Situado a meio caminho entre o Chiado e o Príncipe Real, o Umai auto intitula-se como um restaurante Asian Twist, que é como quem diz, uma fusão (perfeita!) da cozinha japonesa, tailandesa e coreana, com um toque pessoal do conceituado chef Paulo Morais.
Situado a meio caminho entre o Chiado e o Príncipe Real, o Umai auto intitula-se como um restaurante Asian Twist, que é como quem diz, uma fusão (perfeita!) da cozinha japonesa, tailandesa e coreana, com um toque pessoal do conceituado chef Paulo Morais.
Gerido pelo casal - Anna Lins e Paulo Morais - este espaço dá cartas pela qualidade da comida que ali é servida. A decoração do espaço é muito bem conseguida pois passa um feeling oriental pelas linhas retas e sóbrias, onde o preto e o dourado são cores predominantes, conferindo um toque de requinte e sofisticação ao local. Assim que se entra, avistamos à direita a área onde está o chef Paulo, com a sua equipa, a confeccionar aqueles pequenos tesouros. Após confeccionados é o próprio chef quem traz à mesa a sua obra de arte. Mesmo em frente a essa área existe um balcão com lugares virados para o chef que, na minha opinião, são os lugares mais privilegiados da casa.O staff faz jus ao bom nome do Umai; simpático, prestável, atencioso e eficaz.
E porque como, claro está, não provei apenas sushi, posso garantir que nada servido no Umai é igual ao que já se comeu antes. Por exemplo, os crepes de legumes levam um molho avermelhado que faz as delícias do palato mais indiferente, a tempura é uma autêntica escultura no prato, a sobremesa, em particular a que escolhi que se tratava duma combinação de todas a sobremesas da carta, é um festim para os sentidos. E o sushi, esse, é divino; ingredientes de uma frescura e qualidade impares, com o tamanho ideal, as quantidades ideais, forma perfeita, textura suave, tudo fruto do constante trabalho de pesquisa e aprendizagem com os melhores mestres do ramo.
É, portanto, uma experiência que se traduz numa verdadeira sinfonia de "huuuum's".
E porque como, claro está, não provei apenas sushi, posso garantir que nada servido no Umai é igual ao que já se comeu antes. Por exemplo, os crepes de legumes levam um molho avermelhado que faz as delícias do palato mais indiferente, a tempura é uma autêntica escultura no prato, a sobremesa, em particular a que escolhi que se tratava duma combinação de todas a sobremesas da carta, é um festim para os sentidos. E o sushi, esse, é divino; ingredientes de uma frescura e qualidade impares, com o tamanho ideal, as quantidades ideais, forma perfeita, textura suave, tudo fruto do constante trabalho de pesquisa e aprendizagem com os melhores mestres do ramo.
É, portanto, uma experiência que se traduz numa verdadeira sinfonia de "huuuum's".
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